quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Rota de colisão


Vamos continuar a falar de assuntos do universo. Similarmente ao último post, sobre como a vida de Jesus pode ser associada ao plano astral, agora, uma pequena reflexão sobre o ambiente físico da Terra. Subitamente uma música do Iron Maiden me veio à cabeça, e desta maneira resolvi escrever isso. A música era Two Worlds Collide, do saudoso álbum Virtual XI.

Refletindo sobre o assunto, pensei o quanto a Terra e provavelmente outros planetas mudaram com os cometas, asteróides que aqui já caíram. Relativo aos cometas, linhas teóricas dizem que um cometa que trouxe a vida para a terra. Relativo à meteoros, teorias dizem que os dinossauros foram extintos por causa de um asteróide, e assim, todo genoma da terra mudou. Fiquei pensando. Um pequenino asteróide, considerando com o tamanho da Terra, pode acabar com a vida no planeta, só por seus terremotos, maremotos, a camada de poeira que cobriria a Terra. O frio acabaria com os animais, as plantas. O homem não teria mais como se alimentar, morreria de frio e de fome. Coisa impressionante. Cremos que sabemos muito do universo, com telescópios a bilhões de anos-luz, e não saberíamos como parar uma tragédia destas. Aí todo mundo vem com o argumento: “Ah! Mas isso só acontece de milhões em milhões de anos”. Certo. Mas, será que nós não fomos os sorteados da vez? Já que fazem milhões de anos que não cai um?

Ok. Provavelmente não, mas creio que devemos preparar estas armas para filhos, netos, bisnetos, quem quer que seja, gerações futuras. Já temos que começar a pensar nisso, afinal, não é questão de “se” seremos atingidos, e sim “quando”.

Lendo na internet, achei a história do Apophis, um asteróide em rota de colisão com a Terra em 2029. Na verdade, o bichinho (40 milhões de toneladas, 305 km extensão) passará a míseros 35.000 km da Terra. Isso é tão perto, que o nosso amigo passará por baixo de alguns satélites artificiais da Terra, inclusive destruindo alguns e causando diversos problemas na Terra. Se só esse for o problema, isso é uma benção! O problema é se ele resolve mudar a rota. E aí? Como ficaremos?

Pois bem, a NASA já planeja como destruí-lo, em casos necessários. Uma das idéias é usar sondas por propulsão, ou até mesmo dinamitar o rapaz, em questões emergenciais. O que aumentaria o risco de fragmentos caírem aqui.

Fica uma preocupação no ar. Apenas espero que não sejamos os sorteados. Porém como disse uma vez o seu B.A. na toca do vinil, já foi documentada a explosão de uma estrela azul (assunto considerado confidencial e guardado às sete chaves pela NASA). Uma estrela azul explodindo, significaria uma explosão fora do seu ciclo de vida (Azul, amarela, vermelha, anã branca).

Dada esta afirmação como verídica, o Sol pode explodir a qualquer momento.

O resultado ficaremos sabendo em 8 minutos.

Um comentário:

o lado ironico do ludopedio disse...

cara,

leia o Guia do Mochileiro das Galáxias.

Te aconselho altamente a fazer isso.